sábado, 12 de novembro de 2011


E eu que pensava que sabia o que era amor
Como me atrevi a utilizar tal palavra para sentimentos tolos
Pensamentos  desvairados
Momentos de solidão que tentavam iludir e misturar sentimentos
Paixões disfarçadas, como armadilhas
Como um copo d’água no deserto, que mata sua sede em um único momento
Porém não me arrependo das lágrimas derramadas
Muito menos dos risos e descontrações
A espera sempre tem um fim
E torna-se um momento de prazer e alegria
Talvez uma alegria maior do que se houvesse uma resposta imediata
Nunca mais nessa pequena e curta vida perderei tempo reclamando da demora de encontrar a felicidade, pois ela vem de forma inesperada, como um presente de Deus
Que por vezes não vem de primeira como você imagina, mas que com o passar do tempo vai se adequando e se encaixando como uma chave na sua fechadura
Cada dia mais, confirmo, que quanto maior a tempestade de uma noite, maior será o sol do dia seguinte, mesmo que deixe marcas, não são marcas permanentes, pois com o tempo o que foi derrubado pode ser reconstruído e  ficar melhor do que foi no passado!   

Idma MR

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